A esquizofrenia apresenta sintomas bastante característicos e expressivos

A doença tem forte componente genético e costuma vir após o período conhecido como disfunção social/ocupacional

O quadro de esquizofrenia é marcado por sintomas muito característicos e expressivos como delírios, alucinações, desorganização da linguagem, catatonia, entre outros. Para início de diagnóstico, o paciente deve apresentar um ou mais sintomas por, pelo menos, um mês.

A esquizofrenia tem forte componente genético e costuma vir após o período conhecido como disfunção social/ocupacional por seis meses, onde alguns sintomas começam a aparecer de fato. A esquizofrenia é subdividida em paranoide, indiferenciada, desorganizada, residual ou catatônica.

A esquizofrenia foi subdivida de acordo com a psicopatologia, com o curso e com a resposta ao tratamento:

– Esquizofrenia paranoide: persistência dos delírios auditivos e da sensação de perseguição. É a forma mais comum da doença.

– Esquizofrenia indiferenciada: além dos delírios e das alucinações, ainda há indícios de incoerência e desorganização grosseira do comportamento.

– Esquizofrenia desorganizada: não ocorrem delírios, mas há o comportamento catatônico, desorganizado, inadequado e embotado.

– Esquizofrenia residual: sem delírios, mas com retraimento, dificuldade em expressar sentimentos e diminuição da capacidade de sentir prazer e energia.

– Esquizofrenia catatônica: É uma forma rara da doença e tem como principal característica o transtorno motor (hiperatividade ou diminuição de atividade motora e de postura).