Diálogo é o melhor caminho para a educação infantil

A partir do que vêem e ouvem em casa, os filhos formarão sua personalidade e estabelecerão relações sociais ou não com o mundo. O conhecimento oferecido pela escola e pelo meio externo em geral é fundamental, entretanto, nada substitui a educação dos principais modelos, ou seja, pais ou tutores. Estes são quem darão as primeiras ferramentas para enfrentar por conta própria o mundo ao seu redor. Sendo assim, toda regra precisa ser explicada, esclarecendo aos pequenos o motivo da limitação. Se faz importante, portanto, apontar as vantagens e desvantagens em proceder daquela maneira, impondo também uma resposta mais dotada de seriedade quando o limite for ultrapassado. Vale lembrar que qualquer punição física ou psicológica, na imensa maioria das vezes, tem efeito contrário a longo prazo, ao desenvolver no indivíduo traumas, distorções cognitivas e agressividade.

Se regras existem, o castigo deve ser aplicado, lembrando que punição física, na maioria das vezes, tem efeito contrário a longo prazo

Para estabelecer esta relação de diálogo, nenhum assunto deve ser evitado, sendo importante acompanhar todas as atividades dos filhos. Porém, este acompanhamento não pode ser somente fiscalizador. É recomendado interessar-se de verdade pela vida das crianças, celebrando também as vitórias juntos. Entender como seu filho pensa e quais motivos o levam a comportar-se de de uma maneira ou outra, torna mais efetivo e menos trabalhoso o trabalho dos pais na hora de auxiliá-lo.

Por fim, valores fundamentais como confiança e afeto, dependem da oferta dos pais em mostrar aos seus filhos relações de solidariedade, justiça, empatia e argumentos sobre valores morais. Tratar todos igualmente é uma boa forma de inibir nos pequenos comportamentos antissociais de preconceito com sexualidade, raça ou renda.

Tratar todos igualmente é uma boa forma de inibir nos pequenos comportamentos antissociais de preconceito com sexualidade, raça ou renda.

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